sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dia 2

Este dia começou com uma bela caminhada pela cidade à procura de Internet baratucha. Passámos pelo Café Companhia e pela Residencial Avenida onde 1 semana a usufruir da internet ficava na quantia de 150 mil dobras (1euro =24000 dobras). No final dos 3 meses iria ficar carote. No entanto, e agradecemos desde já à tia Lurdes por nos lembrar da existência do bairro da cooperação Portuguesa do IPAD, onde talvez existisse internet mais em conta. E assim foi, depois de conhecermos o António (o Sr. responsável por esta cooperação), e deste saber qual o objectivo da nossa estadia em S. Tomé, nos disponibilizou a utilização de internet sem limites. Sim amigos, é mesmo sem limites e sem custos. Bem bom!
O António, acabou por se demonstrar o maior. Convidou-nos para ir sair com ele e com outros portugueses que estão por estas terras a trabalhar, nessa mesma noite. E assim foi, depois de encontrar a maior barata de sempre no wc, da Joana descobrir de onde é que elas aparecem, e de chamarmos o Sr. Bandeira para a vir matar (matar como quem diz, porque o Sr. pegou na barata por uma patinha e foi pô-la no quintal), arranjámo-nos para a 1ª saída em S. Tomé. É de referir que depois deste feito a luz da casa de banho permanece SEMPRE acesa, porque os bicharocos só aparecem à noite, e assim pode ser que as baratas fiquem inibidas.

O António veio-nos buscar a casa na sua carrinha africana e fomos rumo a uma discoteca que tinha aberto ao público nessa mesma noite, para experimentar e ver o ambiente. MEDO. Aquilo eram só kizombas com casais agarradinhos no roça roça. Felizmente, saímos dali passado um pouco e fomos em direcção ao Beach Club, a discoteca do Hotel Pestana. Esta sim, tinha muito melhor aspecto,  e durante 15 minutos passaram músicas aceitáveis. Tem uma esplanada com sofás com vista para o mar, e é um sitio bastante agradável para se estar na palheta. Tanto que foi este o local onde conhecemos um Sr. arquitecto São Tomense que tirou o curso em Coimbra e que dizia que “Lisboa é Texas”. Uma risada aquele homem. Tudo o que aconteceu na vida daquele homem em Lisboa envolveu polícia e portanto.. Lisboa é Texas. Olhem, só sabemos que conversa puxa conversa e acabámos a noite a beber Moët Chandon com o Sr. arquitecto. Muito bom!

E pronto, acabámos a noite numa viagem na caixa aberta da carrinha do António a levar com o ventinho na cara.

1 comentário:

  1. segundo dia e acabam a noite a beber Moët Chandon....eu tou para ver ao fim dos 3 meses, são as rainhas são tomenses dai não =P

    vou seguir isto como nem voces sonham

    ResponderEliminar